O tempo e a falta de tempo

Photo by Noah Silliman on Unsplash
 Uns dizem que a vida ficou mais corrida, que o tempo passa cada vez mais rápido, mas o dia continua tendo vinte e quatro horas; os meses, de 28 a 31 dias e os anos, 12 meses. Ou seja, ainda dispomos da mesma quantidade de tempo o que muda é a forma como nos organizamos e as nossas prioridades.
 Aprendi que quando alguém diz que “não tive tempo para falar com você hoje” na verdade o que essa pessoa fez foi não te dar prioridade neste dia. Tempo todos nós temos, mas somos nós quem decidimos com quem ou com o que vamos gastá-lo.
 Se nós temos a opção de definir o que é prioridade os nossos dias deveriam ser, na maioria do tempo, prazerosos e gastos com coisas e pessoas que nos acrescentam, que são importantes, que nos fazem mais feliz. Então porque nem sempre é assim que funciona? Seria injusto dizer que nós simplesmente abrimos mão de escolher o que é prioridade, às vezes isso acontece. Mas e quando você prioriza alguém que não te dá prioridade?

 O nosso tempo ainda é o mesmo, ainda contamos com as 24 horas do dia, mas elas podem ser muito bem aproveitadas, ou não. Boa parte das nossas frustrações do dia a dia é porque nós não fizemos algo que julgamos ser realmente proveitoso. E a sensação de “tempo jogado fora” é inevitável. Por isso, para que o dia seja menos carregado de frustrações e lamentos e mais cheio de alegrias e satisfações, seria interessante que nos ocupássemos com coisas agradáveis e que tragam retornos positivos e então o sentimento de que o dia foi bem gasto é que será inevitável. 
 Quero me desculpar pela demora em atualizar o blog, mas infelizmente ele não conseguiu ser a minha prioridade nesses últimos dias por conta da semana de provas e entrega de trabalhos. Desejo a todos um bom final de semana, bom feriado e boa leitura☺.

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