A palestra de quarta-feira, 5 de abril, teve como tema um dos principais assuntos da semana de comunicação: a disrupção, que significa quebra/ruptura e tem relação direta com as inovações jornalísticas por meio das mídias sociais e da evolução tecnológica.
A migração dos meios de comunicação tradicionais - como jornal impresso, TV, revista impressa, rádio… - para a internet estão dentro do contexto da revolução tecnológica e da grande demanda por informações instantâneas, fruto de uma transformação social, cultural e que agora também afeta o ambiente de trabalho. Inicialmente, houve uma resistência dos meios tradicionais de comunicação com esta nova forma de interação, de escrever e de publicar uma notícia, por exemplo. Porém, hoje em dia, é impossível imaginar as nossas vidas sem o celular, a internet e todas as facilidades que ela proporciona.
Foram acrescentados meios para obter informação - sites, blogs, vídeos, tuítes - e, para isso, precisa ser adaptada também a linguagem para que ela esteja em harmonia com cada veículo em que uma notícia é publicada, por exemplo.
Os leitores querem interagir com o jornal e o texto, por isso, uma notícia não acaba no último parágrafo que o jornalista escreveu. Existem os comentários sobre o fato e como foi escrito o relato.
Os meios de produção do jornalismo mudaram e o consumo da informação mudou. Atualmente, o Jornalismo Mobile - através do celular - tem ganhado cada vez mais destaque e preocupação da mídia em se adequar a esta nova plataforma - site, navegabilidade, linguagem. Esta é a consolidação da disrupção do jornalismo móvel em 2017.

Comentários
Postar um comentário