Eu não me recordo exatamente de
quando comecei a escrever, mas comecei anotando alguns pensamentos, algumas
conclusões, narrando acontecimentos do meu dia e, até mesmo, cartas – nunca
tinham um destinatário, mas era interessante a ideia de escrever para alguém
sobre tudo o que estava presente no meu dia. A questão é que isso foi evoluindo
e gradualmente mudando. A mudança aconteceu, principalmente, nos assuntos, na
forma como eu abordava os acontecimentos, no meu jeito em descrever as pessoas
e suas atitudes. Isso contribuiu muito para a escolha do rumo que eu precisava
tomar na vida – qual profissão eu seguiria, por exemplo.
Com esta pequena introdução, eu me
refiro ao quanto nós somos influenciados – especialmente durante o período da
adolescência – pela época, as coisas e as pessoas. É muito comum nós ouvirmos
que precisamos fazer o que gostamos, mas muitas vezes isso fica só na teoria
mesmo. E o que nós realmente gostamos acaba ficando em segundo plano. É mais
comum do que a gente pensa e é um passo enorme a caminho da frustração pessoal.
Com esta pequena introdução, eu me
refiro ao quanto nós somos influenciados – especialmente durante o período da
adolescência – pela época, as coisas e as pessoas. É muito comum nós ouvirmos
que precisamos fazer o que gostamos, mas muitas vezes isso fica só na teoria
mesmo. E o que nós realmente gostamos acaba ficando em segundo plano. É mais
comum do que a gente pensa e é um passo enorme a caminho da frustração pessoal.
Entretanto, para tudo é necessário
persistência, não é porque você faz algo realmente bom que não precisa treinar,
aprender coisas novas dentro do que você gosta, e evoluir essa habilidade.
Qualquer coisa que você goste de fazer vale a pena ser levada a sério, isso
também faz parte de quem você é e da sua personalidade. Não é só porque alguém
acha que tal coisa não dá dinheiro, não leva a lugar algum ou não é importante
que você simplesmente vá abrir mão e deixar de fazer tudo àquilo que gosta.
Por fim, estas foram as minhas
considerações – muito resumidas – sobre fazer e aprofundar aquilo que gostamos
indo, talvez, até contra a opinião de amigos ou parentes em relação ao que os
outros acreditam ser realmente bom e o que nós achamos verdadeiramente bom de
acordo com a nossa vontade. É um impasse presente na vida de muitas pessoas e a
solução é extremamente subjetiva e nem um pouco cabível dentro de um resumo tão
breve tratando de um assunto tão extenso. Segundo texto da semana de natal, um
bom dia e amanhã tem mais.
Caso você queira conversar sobre a vida, me mandar sugestões dar a sua opinião mais aprofundada sobre o post, este é o meu e-mail anasoares334@gmail.com e você pode me escrever que com certeza eu vou ficar muito feliz em te responder.
Caso você queira conversar sobre a vida, me mandar sugestões dar a sua opinião mais aprofundada sobre o post, este é o meu e-mail anasoares334@gmail.com e você pode me escrever que com certeza eu vou ficar muito feliz em te responder.
Foto: unsplash.com

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