A arte de não seguir um só caminho (parte 1)

(termos como: “caminho linear”, “caminho ramificado” foram nomes que eu mesma inventei para deixar o assunto e os termos um pouco menos abstratos, mas você pode chama-los como quiser.)

 Eu senti extrema necessidade, depois de assistir a uma palestra sobre o que eu vou abordar no tema de hoje, de falar e tentar esclarecer algo ainda tão abstrato até mesmo na minha mente e que pode ser confuso também para muitas outras pessoas; gostar de muitas coisas, ter interesse em várias áreas, ser curioso. Até aí tudo bem, muita gente acredita que tudo isso seja ótimo, mas na hora de escolher e transformar todos os gostos, interesses e preferências e profissão é preciso tomar um único caminho.
 A verdade é que não necessariamente você precisa seguir um destino linear, um único caminho optando por apenas uma das suas habilidades e paixões e deixando todo o resto de lado para investir em uma carreira porque disseram que não dá para fazer duas coisas ao mesmo tempo, principalmente quando essas duas coisas dão distintas.

 Durante o renascimento (séculos XV e XVI), a ideia de que o homem deveria ser versado, desenvolvendo todas as suas habilidades e conhecimentos, tanto objetivos quanto práticos, em todas as áreas era muito incentivada. Uma proposta diferente da moderna, onde a ideia é que a pessoa se forme e se especialize em determinado assunto e domine apenas aquela área. 

 Eu precisei dividir o post de hoje em duas partes porque ele ficou muito grande, então hoje fica a introdução e um pouco do desenvolvimento. No próximo fica a outra parte do desenvolvimento e as conclusões.

Caso você queira conversar sobre a vida, me mandar sugestões dar a sua opinião mais aprofundada sobre o post, este é o meu e-mail anasoares334@gmail.com e você pode me escrever que com certeza eu vou ficar muito feliz em te responder.
Foto: unsplash.com

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