(termos como: “caminho linear”, “caminho ramificado” foram nomes que eu
mesma inventei para deixar o assunto e os termos um pouco menos abstratos, mas
você pode chama-los como quiser.)
Eu senti extrema necessidade, depois de assistir a uma palestra
sobre o que eu vou abordar no tema de hoje, de falar e tentar esclarecer algo
ainda tão abstrato até mesmo na minha mente e que pode ser confuso também para
muitas outras pessoas; gostar de muitas coisas, ter interesse em várias áreas,
ser curioso. Até aí tudo bem, muita gente acredita que tudo isso seja ótimo,
mas na hora de escolher e transformar todos os gostos, interesses e
preferências e profissão é preciso tomar um único caminho.
A verdade é que não necessariamente você precisa seguir um destino
linear, um único caminho optando por apenas uma das suas habilidades e paixões
e deixando todo o resto de lado para investir em uma carreira porque disseram
que não dá para fazer duas coisas ao mesmo tempo, principalmente quando essas
duas coisas dão distintas.
Durante o renascimento (séculos XV e XVI), a ideia de que o homem
deveria ser versado, desenvolvendo todas as suas habilidades e conhecimentos,
tanto objetivos quanto práticos, em todas as áreas era muito incentivada. Uma
proposta diferente da moderna, onde a ideia é que a pessoa se forme e se
especialize em determinado assunto e domine apenas aquela área.
Foto: unsplash.com


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