Depois de várias semanas sem dar as caras por
aqui, eu finalmente voltei. Alguns dos motivos que me fizeram ficar afastada
durante todo esse tempo foram o desanimo, algumas complicações no lugar onde eu
moro e a minha internet – fiquei sem durante alguns dias. Entre tudo isso, eu
ainda precisava encontrar um assunto para voltar para o blog com algo
interessante, não necessariamente sobre a minha situação – que nem de perto é
interessante – mas, como não é possível ignorar os fatos a minha volta, decidi
usar algumas experiências ruins que eu tenho vivido para ajudar outras pessoas
a não enfrentarem os perrengues que eu passei alugando uma casa.
Se você está pensando em procurar um cantinho
só seu e é a primeira vez que vai fazer isso, algumas dicas vão te ajudar
muito. Parece algo relativamente simples, estabelecer o preço que você pretende
gastar com o aluguel, o tipo de casa – ou apartamento -, o bairro, e outros
detalhes. Mas o problema mora bem aí nesses detalhes onde, muitas vezes, a
imobiliária ou o próprio dono escondem de quem vai visitar o imóvel e
posteriormente, alugar.
- Sinal
Não foi por um acaso que este
foi o primeiro item da minha lista de dicas. Cuidado ao alugar uma casa abaixo
do nível da rua porque a chance de você ter uma enorme dor de cabeça para
conseguir sinal – seja de TV, internet, celular e até mesmo de telefone – é enorme.
Eu passei por isso recentemente e foi uma experiência que eu nunca mais
pretendo ter, eu precisava ir até a área de serviço para conseguir usar o
celular e mesmo assim a ligação era péssima – isso quando eu conseguia fazer
uma – também não era possível contratar o serviço de internet e nem de telefone
– durante o tempo em que eu morei nesta casa, eu tive a sorte de ter uma
vizinha gente boa que me passou a senha do wi-fi
e me deixava usar o telefone dela, mas pode ser que você não tenha essa sorte. E
mesmo assim, ela mudou de casa antes de mim então isso é realmente importante
de saber antes de assinar um contrato – nem adianta querer reivindicar algo com
a imobiliária depois do contrato assinado, ninguém te dá o menor crédito.
- Umidade
Ainda falando sobre casas
abaixo do nível da rua, este também é um problema muito comum. Geralmente,
nesse tipo de casa a claridade nunca está presente e é preciso acender as luzes
durante o dia se você quiser enxergar alguma coisa. Não é difícil de imaginar
que durante o tempo do frio a casa vai ser bem mais fria que as outras – que têm
claridade – e é muito provável que as paredes mofem, também durante o frio – ou
durante o período das chuvas. Pode ser também que você perca algumas roupas e
sapatos, talvez até móveis para o mofo e o bolor – durante o inverno, o meu
guarda roupa mofou e eu também joguei fora alguns sapatos e botas, por sorte
consegui salvar as roupas.
- Quantidade de tomadas
Um item fundamental que muitas vezes acaba
sendo esquecido durante a pressa e a ansiedade de mudar de casa. Imagine uma
casa onde o cômodo com mais tomadas é a cozinha, e ela só tem três tomadas, nos
quartos e na sala, só duas e no banheiro e corredores, nem uma. É claro que um
T ou uma régua podem quebrar um galho, mas nem de longe vão solucionar o
problema.
- Proprietário morando perto
Esse definitivamente pode ser um grande
problema se o proprietário da casa não tiver bom senso. É provável que ele
fique te chamando para discutir cada detalhe quando ele bem achar pertinente –
explicar que você fez contrato com a imobiliária, se for o caso, não vai
adiantar de nada. Passar o celular ou número do Whatsapp também pode não ser uma boa ideia, um telefone fixo já é o
suficiente. Em todo o caso, é melhor não contar com o bom senso das pessoas,
principalmente no caso de o proprietário for o seu vizinho.
É claro que existem muitas outras coisas, mas
estas foram as dicas que eu achei mais importantes – e também foram as coisas
que mais me prejudicaram durante o tempo de que morei de aluguel – na hora de
alugar um cantinho.
Caso você queira conversar sobre a vida, me mandar sugestões dar a sua opinião mais aprofundada sobre o post, este é o meu e-mail anasoares334@gmail.com e você pode me escrever que com certeza eu vou ficar muito feliz em te responder.
Caso você queira conversar sobre a vida, me mandar sugestões dar a sua opinião mais aprofundada sobre o post, este é o meu e-mail anasoares334@gmail.com e você pode me escrever que com certeza eu vou ficar muito feliz em te responder.
Foto: unsplash.com

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