Durante o dia a dia é comum - e até mesmo necessário - que todas as pessoas tenham - e realizem - diversas obrigações e compromissos, entretanto, não deixa de ser evidente a grande diferença entre os compromissos que são prazerosos - e que geralmente não são uma obrigação - e os que são obrigatórios. Talvez parte parte desse interesse menor, no caso do segundo compromisso, seja porque a palavra obrigação está atribuída à imposição ou a necessidade de praticar atos certos, tornando a palavra e as próprias obrigações algo maçante.
Num jogo de futebol, por exemplo, é incrível o comprometimento e a pontualidade dos torcedores - muitos deles chegam com algumas horas de antecedência - tudo isso porque é um compromisso agradável, existe até mesmo uma certa urgência em chegar mais cedo na intenção de fazer com que aquele momento seja melhor aproveitado.
Já no comprometimento diária há uma sensação de querer fazer com que a obrigação espere um pouco mais, tendo como exemplo a ida ao trabalho. O despertador é sempre programado para a última hora, a volta do intervalo também é adiada até o último minuto. Talvez um dos motivos para que isso aconteça seja porque esse dever faça parte da rotina.
Portanto, é extremamente importante que as horas de lazer sejam atribuídas a um compromisso, mas também seria interessante que a ideia de obrigação começasse a ser vista com menor monotonia e maior entusiasmo.


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